sexta-feira, 26 de novembro de 2021

SOJA, mais um engano

 




Soja, a substituição errada!

Data de Publicação: Setembro 15, 2013 Em: Saúde | comentário : 0
Hoje em dia existe uma verdadeira febre de consumo de soja. Propagada como um alimento rico em proteí­nas, baixo em calorias, carboidratos e gorduras, sem colesterol, rico em vitaminas, de fácil digestão, um ingrediente saboroso e versátil na culinária, a soja, na verdade é mais um “conto do vigário” do qual a maioria é ví­tima.

Com a recente hecatombe que o leite tem atravessado, as crescentes provas científicas contra o seu uso, bem como o facto de ter sido retirado do Prato de Dieta Equilibrada (que substitui a Pirâmide dos Alimentos) e, finalmente, estando em risco de possuir Aspartame adicionado para mais agradar os consumidores cada vez mais pessoas utilizam os ‘leites’ de Soja como substituição. Por outro lado, o crescimento do vegetarianismo e estilos de vida Vegan levam muitos a utilizar a soja e os subprodutos de soja como alimentos de eleição… a questão é, será saudável fazê-lo, principalmente sabendo que 75% da soja produzida no mundo é trangénica?

O seguinte texto é de um médico investigador na área da nutrição, Dr. Alexandre Feldman, autor de vários livros da especialidade, artigos científicos e com várias participações em blogs e revistas sobre o tema da saúde e da nutrição. (O texto não foi alterado e está conforme foi escrito)
«É bem verdade que a soja vem da Ásia, mais especificamente da China. Porém, os chineses só consumiam produtos FERMENTADOS de soja, como o shoyu e o missô. Por volta do século 2 A.C., os chineses descobriram um modo de cozinhar os grãos de soja, transfomá-los em um purê e precipitá-lo através de sais de magnésio e cálcio, formando o assim chamado “queijo de soja” ou tofu. O uso destes alimentos derivados de soja se espalhou pelo oriente, especialmente no Japão. O uso de “queijo de soja” como fonte de proteí­na data do século 8 da era cristã (Katz, Solomon H: “Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems”, Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987 pág. 50).

Não é à toa que os antigos chineses não se alimentavam do grão de soja. Hoje a ciência sabe que ela contém uma série de substâncias que podem ser prejudiciais à saúde, e que recebem o nome de antinutrientes.

Um destes antinutrientes é um inibidor da enzima tripsina, produzida pelo pâncreas e necessária à boa digestão de proteí­nas. Os inibidores da tripsina não são neutralizados pelo cozimento. Com a redução da digestão das proteí­nas, o caminho fica aberto para uma série de deficiências na captação de aminoácidos pelo organismo. Animais de laboratório desenvolvem aumento no tamanho do pâncreas e até câncer nessa glândula, quando em dietas ricas submetidos a inibidores da enzima tripsina.

Uma pessoa que não absorve corretamente os aminoácidos, tem o seu crescimento e desenvolvimento prejudicado. Você já notou que os japoneses são, normalmente, mais baixinhos? Já os descendentes que vivem em outros paí­ses e adotam as dietas desses paí­ses, costumam ter uma estatura maior que a média no Japão. (Wills MR et al: Phytic Acid and Nutritional Rickets in Immigrants. The Lancet, 8 de abril de 1972, páginas 771-773).

O efeito inibitório da absorção de aminoácidos pode comprometer a fabricação de inúmeras substâncias formadas a partir dos mesmos, entre os quais, os neurotransmissores. A enxaqueca, a cefaléia em salvas, a cefaléia do tipo tensional, e outras dores de cabeça, além de depressão, ansiedade, pânico e fibromialgia, são causadas por um desequilí­brio dos neurotransmissores. Qualquer fator que prejudique a sua fabricação, pode aumentar ou perpetuar esse desequilí­brio.

A soja contém também uma substância chamada hemaglutinina, que pode aumentar a viscosidade do sangue e facilitar a sua coagulação. Portadores de enxaqueca já sofrem de um aumento na tendência de coagulação do sangue e uma propensão maior a acidentes vasculares. A pior coisa para esses indiví­duos é ingerir substâncias que agravam essa tendência.
Tanto a tripsina, quanto a hemaglutinina e os fitatos, que mencionaremos a seguir, são neutralizados totalmente pelo processo de fermentação natural da soja na fabricação de shoyu e missô, e parcialmente durante a fabricação de tofu.
Os fitatos, ou ácido fí­tico, são substâncias presentes não apenas na soja, mas em todas as sementes, e que bloqueiam a absorção de uma série de substâncias essenciais ao organismo, como o cálcio (osteoporose), ferro (anemia), magnésio (dor crônica) e zinco (inteligência).

Você não sabia de nada disso?
Mas a ciência já sabe, estuda esse fenômeno extensamente e não tem dúvidas a respeito. Já comprovou este fato em estudos realizados em paí­ses subdesenvolvividos cuja dieta é baseada largamente em grãos. (Van-Rensburg et al: Nutritional status of African populations predisposed to esophageal cancer, Nutr Cancer, volume 4, páginas. 206-216; Moser PB et al: Copper, iron, zinc and selenium dietary intake and status of Nepalese lactating women and their breast-fed infants, Am J Clin Nutr, volume 47, páginas 729-734; Harland BF, et al: Nutritional status and phytate: zinc and phytate X calcium: zinc dietary molar ratios of lacto-ovo-vegetarian Trappist monks: 10 years later. J Am Diet Assoc., volume 88, páginas 1562-1566).
Claro que a divulgação desse conhecimento não é do interesse de toda uma indústria multibilionária da soja. A soja contém mais fitato que qualquer outro grão ou cereal. (El Tiney AH: Proximate Composition and Mineral and Phytate Contents of Legumes Grown in Sudan”, Journal of Food Composition and Analysis, v. 2, 1989, pp. 67-78).
Para os demais cereais e grãos (arroz integral, feijão, trigo, cevada, aveia, centeio etc), é possí­vel reduzir bastante e neutralizar em grande parte o conteúdo de fitatos, através de cuidados simples, como deixá-los de molho por várias horas e, em seguida, submeter a um cozimento lento e prolongado. (Ologhobo AD et al: Distribution of phosphorus and phytate in some Nigerian varieties of legumes and some effects of processing. J Food Sci volume 49 número 1, páginas 199-201).
Já os fitatos da soja não são reduzidos por essas técnicas simples, requerendo para isso um processo bem longo (muitos meses, no mí­nimo) de fermentação. O tofu, que passa por um processo de precipitação, não tem os seus fitatos totalmente neutralizados.
Interessantemente, se produtos como o tofu forem consumidos com carne, ocorre uma redução dos efeitos inibidores dos fitatos. (Sandstrom B et al: Effect of protein level and protein source on zinc absorption in humans. J Nutr volume 119 número 1, páginas 48-53; Tait S et al, The availability of minerals in food, with particular reference to iron J R Soc Health, volume 103 número 2, páginas 74-77).
Mas geralmente, os maiores consumidores de tofu são vegetarianos que pretendem consumi-lo em lugar da carne!

O resultado?
Deficiências nutricionais que podem levar a doenças como dores crônicas, como dor de cabeça e fibromialgia. O zinco e o magnésio são necessários para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. O zinco, em particular, está envolvido na produção de colágeno, na fabricação de proteí­nas e no controle dos ní­veis de açúcar no sangue, além de ser um componente de várias enzimas e ser essencial para o nosso sistema de defesas. Os fitatos da soja prejudicam a abosrção do zinco mais do que qualquer outra substância. (Leviton, Richard: Tofu, Tempeh, Miso and Other Soyfoods: The “Food of the Future” – How to Enjoy Its Spectacular Health Benefits, Keats Publishing Inc, New Canaan, CT, 1982, páginas 14-15).
Por conta da tradição oriental, indústria da soja conseguiu inseri-la num patamar de “alimento saudável”, sem colesterol e vem desenvolvendo um mercado consumidor cada vez mais vegetariano. Infelizmente, ouvimos médicos e nutricionistas desinformados, ou melhor, mal informados por publicações pseudo-cientí­ficas patrocinadas e divulgadas pela indústria da soja, fornecendo conselhos, em programas de TV em rede nacional, no sentido de consumi-la na forma de leite de soja (até para bebês!!), carne de soja, iogurte de soja, farinha de soja, sorvete de soja, queijo de soja, óleo de soja, lecitina de soja, proteí­na texturizada de soja, e a maior sensação do momento, comprimidos de isoflavonas de soja, sobre a qual comentarei mais adiante neste livro. A divulgação, na grande mí­dia, destes produtos de paladar no mí­nimo duvidoso, como sendo saudáveis, tem resultado em uma aceitação cada vez maior dos mesmos por parte da população.
Que prejuí­zo! (Não para a indústria, é claro).

Sabe como se faz leite de soja?
Primeiro, deixa-se de molho os grãos em uma solução alcalina, de modo a tentar neutralizar ao máximo (mas não totalmente) os inibidores da tripsina. Depois, essa pasta passa por um aquecimento a mais de 100 graus, sob pressão. Esse processo neutraliza grande parte (mas não a totalidade) dos antinutrientes, mas em troca, danifica a estrutura das proteí­nas, tornando-as desnaturadas, de difícil digestão. (Wallace GM: Studies on the Processing and Properties of Soymilk. J Sci Fd Agric volume 22, páginas 526-535). Além disso, os fitatos remanescentes são suficientes para impedir a absorção de nutrientes essenciais.
A propósito, aquela tal solução alcalina onde a soja fica de molho é à base de n-hexano, nada mais que um solvente derivado do petróleo, cujos traços ainda podem ser encontrados no produto final, que vai para a sua mesa, e que pode gerar o aparecimento de outras substâncias cancerí­genas. Este n-hexano reduz, também, a concentração de um aminoácido importante, a cistina. (Berk Z: Technology of production of edible flours and protein products from soybeans. FAO Agricultural Services Bulletin 97, Organização de Agricultura e Alimentos das Nações Unidas, página 85, 1992). Felizmente, a cistina se encontra abundante na carne, ovos e iogurte integral – alimentos estes normalmente evitados pelos consumidores de leite de soja.

Mas como? A soja não é saudável? Não é isso que dizem os médicos e nutricionistas?
Infelizmente, a culpa não é deles, e sim do jogo de desinformação que interessa à toda a indústria alimentí­cia. A alimentação, assim como a saúde, é um grande negócio. Dois terços de todos os alimentos processados industrialmente, contém algum derivado da soja em sua composição. É só conferir os rótulos. A lecitina de soja atua como emulsificante. A farinha de soja aumenta a “vida de prateleira” de uma série de produtos. O óleo de soja é usado amplamente pela indústria de alimentos. A indústria da soja é enorme e poderosa.

E como se fabrica a proteí­na de soja?
Em primeiro lugar, retira-se da soja moí­da o seu óleo e o seu carboidrato, através de solventes quí­micos e alta temperatura. Em seguida, mistura-se uma solução alcalina para separar as fibras. Logo após, submete-se a um processo de precipitação e separação utilizando um banho ácido. Por último, vem um processo de neutralização através de uma solução alcalina. Segue-se uma secagem a altas temperaturas e à redução do produto a um pó. Este produto, altamente manipulado, possui seu valor nutricional totalmente comprometido. As vitaminas se vão, mas os inibidores da tripsina permanecem, firmes e fortes! (Rackis JJ et al: The USDA trypsin inhibitor study. I. Background, objectives and procedural details. Qual Plant Foods Hum Nutr, volume 35, pág. 232).
Não existe nenhuma lei no mundo que obrigue os alimentos à base de soja a exibirem, nos rótulos, a quantidade de inibidores da tripsina. Também não existe nenhuma lei padronizando as quantidades máximas deste produto. Que conveniente!
O povo… coitado… só foi “treinado” para ficar de olho na quantidade de coleterol – esta sim, presente em todos os rótulos. Uma substância natural e vital para o crescimento, desenvolvimento e bom funcionamento do cérebro e do organismo como um todo.
O povo nunca ouviu falar nos antinutrientes e inibidores da tripsina dos alimentos de soja.
A proteí­na texturizada de soja (proteí­na texturizada vegetal, carne de soja) possui um agravante: a adição de glutamato monossódico, no intuito de neutralizar o sabor de grão e criar um sabor de carne.
Alguns pesquisadores acreditam que o grande aumento das taxas de câncer de pâncreas e fí­gado, na África, se deve à introdução de produtos de soja naquela região. (Katz SH: Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems. Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987 pág. 50).

A minha dica: Quando consumir soja, utilize apenas os derivados altamente fermentados, como o missô e o shoyu. Mesmo assim, muita atenção para os rótulos. Compre apenas se neles estiver escrito “Fermentação Natural”, e se NÃO contiverem produtos como glutamato monossódico e outros ingredientes artificiais. Quando consumir tofu, certifique-se de lavá-lo com água corrente, pois grande quantidade dos antinutrientes ficam no seu soro. »

CEBOLAS ... podem ser perigosas

 



CEBOLAS ... CUIDADO ...


Há anos atrás o meu grande amigo e colega Prof. de Meditação Transcendental José Eduardo de São Paulo após retornar de uma viagem à Índia, aonde participou do Curso Ciência Védica Maharishi em 1981,  me recomendou ter muito cuidado com as CEBOLAS e que ele não as comia mais! Maharishi havia dito naquele curso que a Cebola absorve a energia das pessoas que a manipulam, como se fosse uma esponja. Eu fiquei muito intrigado com aquela informação na época e continuei comendo cebolas. Mas, agora chegou a explicação científica ...


POR FAVOR LEIA ATÉ O FIM : É MUITO IMPORTANTE!

Em 1919 quando a gripe matou 40 milhões de pessoas, apareceu um médico que visitou os muitos agricultores para ver se ele poderia ajudá-los a combater a gripe.
Muitos dos agricultores e suas famílias haviam contraído e muitos até morreram.

O médico foi na casa de um fazendeiro e, para sua surpresa, todos estavam muito saudáveis. Quando o médico perguntou o que o agricultor estava fazendo, que era diferente, a esposa respondeu que ela havia colocado uma cebola com casca em um prato nos quartos da casa, (provavelmente apenas dois quartos na época) . O médico não podia acreditar, e perguntou se ele poderia pegar uma das cebolas e colocá-la sob o microscópio. Ela deu-lhe uma e quando ele fez isso,  encontrou o vírus da gripe na cebola. É, obviamente, a cebola absorveu as bactérias, por isso, manteve a família saudável.

Agora, eu ouvi essa história da minha cabeleireira. Ela disse que há vários anos, muitos de seus funcionários estavam com a gripe, e por isso perderam muitos de seus clientes. No ano seguinte ela colocou várias taças com cebolas em torno de sua loja. Para sua surpresa, ninguém de sua equipe ficou doente. É preciso trabalhar. Experimente e veja o que acontece. Fizemos isso no ano passado e nunca tivemos a gripe.

Agora, há um detalhe a mais sobre isso: eu mandei para uma amiga em Oregon que contribui regularmente com material  sobre  questões de saúde . Ela respondeu com esta experiência interessante sobre as cebolas:

Obrigado pela lembrança. Eu não sei sobre a história do fazendeiro, mas, eu só sei que tive pneumonia, e eu estava muito doente. E me deparei com um artigo que dizia que deveria se cortar ambas as extremidades de uma cebola e colocá-lo em uma vsilha vazia, colocando-se o frasco ao lado do paciente doente durante a noite. Ele disse que a cebola ficou preta na parte da manhã, pois absorveu os germes! Com certeza isso aconteceu assim mesmo! A cebola ficou muito feia e ao mesmo tempo comecei a me sentir melhor.

Outra coisa que eu li no artigo é que cebolas e alhos colocados ao redor salvaram muitos da peste negra anos atrás. Eles têm potentes propriedades antibacterianas e antisépticas.

Esta é a outra nota. Muitas vezes , quando temos problemas de estômago, não sabemos de quem é a culpa. Talvez seja a cebola. Pelo motivo das cebolas absorverem bactérias da atmosfera pode ser a razão pela qual eles são tão eficazes em nos proteger de pegar gripes e resfriados e é por esta razão também que não devemos comer uma cebola que foi aberta ou cortada e deixada sobre a mesa da cozinha por algum tempo.

CEBOLAS podem ser venenosas!

Eu tive o privilégio de ir conhecer a fábrica de Maionese Mullins Products. Perguntando sobre intoxicação alimentar, e eu queria compartilhar o que eu aprendi de um químico.

Ed, que foi nosso guia, é um expert em química de alimentos. Durante o passeio, alguém perguntou se realmente era necessário se preocupar com a maionese. As pessoas estão sempre preocupadas que a maionese poderia estragar. A resposta de Ed irá surpreendê-lo. Ed disse que todas as maioneses comercialmente feitas são completamente seguras.

" Ela não precisa nem sequer  ser refrigerada. Nenhum problema na refrigeração, mas não é realmente necessário. " Ele explicou que o pH na maionese é fixado em um ponto que a bactéria não poder sobreviver nesse ambiente. Em seguida, ele falou sobre o piquenique de verão, com a tigela de salada de batata em cima da mesa, e como todo mundo culpa sempre a maionese quando alguém fica doente.

Ed diz que , quando a intoxicação alimentar é relatada, a primeira coisa que os funcionários procuram saber é quando a 'vítima'  comeu cebolas e de como as cebolas vieram ( na salada de batata ? ) . Ed diz que não é a maionese (desde que não seja maionese caseira) que se estraga. É provavelmente, a cebola, e se não forem as cebolas, são as batatas.

Ele explicou que as cebolas são na verdade um enorme ímã para as bactérias , especialmente cebolas cozidas. Você nunca deve nem pensar em manter uma parte de uma cebola cortada para usar depois, mais tarde e muito menos no outro dia. Ele diz que não é seguro, mesmo se você colocá-la em um saco zip-lock em sua geladeira.

Ela já está contaminada o suficiente apenas por ter sido cortada (aberta), isto já pode ser um perigo para você (e muito cuidado com as cebolas que colocam nos cachorros quentes por aí). Ed diz que, se você pegar o restante da cebola que sobrou e cozinhá-la como um louco, talvez você provavelmente vai ficar bem, mas se você picar a sobra da cebola e colocá-la no seu sanduíche, você está pedindo para ter problemas. Ambas, cebolas e batatas, em uma salada, irão atrair e fazer crescer bactérias mais rápido do que qualquer maionese comercial.

Além disso, os cães nunca devem comer cebolas. Seus estômagos não podem metabolizar ou digerir as cebolas!

Por favor, lembre-se que é perigoso cortar uma cebola e tentar usá-la para cozinhar no dia seguinte, torna-se altamente venenosa, mesmo que seja por uma única noite, pois cria bactérias tóxicas que podem causar infecções adversas no estômago, causando excesso de secreções biliares e até intoxicação alimentar.

Por favor, passe esta mensagem a todos que você ama e se preocupa.


- Adonain Danny Rivera.

AÇAFRÃO - CURCUMA

 



A Cúrcuma ou Açafrão está recebendo a atenção merecida nos dias de hoje. Eu o valorizo por todas as suas propriedades anti-inflamatórias, anti-bactericidas, e desintoxicante surpreendentes, tanto quanto eu gosto  da sua cor vibrante (laranja) que dá para cada prato. Aqui está uma receita muito simples e curativa para usar em saladas, legumes, assados, como molho e/ou tempero, ou como um curativo:

Anti-inflamatório e tempero feito de Cúrcuma ( Açafrão )

Ingredientes:

4 colheres de sopa do azeite de oliva extra virgem
Suco + raspas de 2 limões
¼ de abacate
1 dente de alho picado
1 colher de sopa de cúrcuma ou açafrão em pó
1 colher de sopa de mel de abelha natural
pitada de sal marinho

Instruções:

Misture todos os ingredientes em um liquidificador. Adicionar mais abacate, se você desejar uma consistência mais grossa.

Fonte: - http://www.mindbodygreen.com/0-9543/anti-inflammatory-turmeric-sun-dressing-gluten-free-recipe.html


Obs.: Eu,prof. Fernando Lo Iacono, quero lembrar que o Açafrão é utilizado na Fitoterapia Ayurvédica para tratar o diabetes também!

7 Alimentos Transgênicos que consumimos sem saber

 

7 alimentos transgênicos que consumimos sem saber

Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.
Aspartame. É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.
Óleos refinados. Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (excepto virgem extra) ou comida processada.
Amido de milho, xarope de milho. Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré-congelada, bebidas ou águas aromatizadas.
Margarina. Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgénicas.
Leite de vaca. A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormona de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil
Salsicha. É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.
Soja e derivados. A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.

Astro-Medicina

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Dicas

Os Signos Relacionados

"O que está em cima é como o que está embaixo e o que está embaixo é como o que está em cima". O CAIBALION

Continuando nossas considerações sobre os signos astrológicos e as doenças que são relacionadas com os planetas e consequentemente com os signos, examinaremos esta semana as doenças e funções com mais detalhe.

Como já falamos, ao descrever os sintomas das doenças de forma psicossomática, queremos induzir nossos leitores a fazerem as analogias necessárias para buscar em sua própria mente e em seu próprio temperamento a natureza de suas doenças.

A astrologia divide os signos zodiacais segundo suas qualidades, em Cardeais, Fixos e Mutáveis.

Dos signos Cardeais dependem a atividade, o movimento e a energia e atividade corporais e físicas.

Dos signos Fixos dependem a estabilidade, a firmeza, a vontade e a paixão, assim como a energia psíquica.

Dos signos Mutáveis dependem a adaptação, a reflexão, a maleabilidade, o movimento alternativo e vibratório e a atividade mental.

Os signos Cardeais, Áries, Câncer, Libra e Capricórnio, predispõem as pessoas à problemas de cabeça, de estômago, de rins e da pele.

Os signos Fixos, Touro, Leão, Escorpião e Aquário, predispõem as pessoas à dores de garganta, problemas do coração, das costas, da circulação sanguínea, dos órgãos genitais.

Os signos Mutáveis, Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes, predispõem as pessoas à problemas respiratórios, às doenças de origem nervosa e aos problemas intestinais.

Os signos são divididos também segundo os quatro elementos, Fogo, Terra, Ar e Água.

Os signos de Fogo regem o calor e energia vitais, o sangue e o espírito.

Os signos de Terra regem a estrutura óssea, os sais minerais e a condensação dos elementos.

Os signos de Ar regem os gazes, os espaços intercelulares, as células de ar, as artérias, veias e vasos capilares.

Os signos de Água regem os fluídos (Câncer: leite, sucos gástricos, fermentos, saliva, albumina); (Escorpião: fluídos e excreções, urina, suores, secreções menstruais); (Peixes: fluídos da sínus – seios nasais ou paranasais – e intestinais).

Desta forma, o astrólogo tem a seu dispor uma série de elementos que o fazem deduzir que as doenças estão em relação estreita com o tipo astrológico apresentado pelo cliente, e que os sintomas apresentados têm uma relação direta com as doenças relatadas. Isto quer dizer que você apresenta doenças relacionadas com sua própria personalidade.

 Um libriano terá mais propensão a apresentar problemas renais, assim como um capricorniano apresentará mais facilmente problemas relacionados com os joelhos.

Deduzimos então que:

ÁRIES: se relaciona com a epilepsia, as dores de cabeça, as erupções no rosto e na cabeça, a vertigem, as nevralgias, a congestão cerebral, a encefalite e a meningite. O planeta Marte, regente de Áries, predispõe a ferimentos, golpes, queimaduras inflamações, febres elevadas, acidentes, dependendo do signo aspectado.

TOURO: se relaciona com difteria, dores de garganta, inchaços das amígdalas, laringites, abcessos, problemas relacionados com sufocação e estrangulamento, e angina. O planeta Vênus, relacionado com o signo, em mau aspecto, causa problemas de gota, inchaços e tumores, doenças venéreas, problemas sexuais, varizes, dependendo do signo aspectado.

GÊMEOS: se relaciona com as bronquites, a tuberculose, as doenças dos pulmões e dos nervos, a pneumonia, a pleurisia, as fraturas de braços, ombros e mãos. Mercúrio, regente de Gêmeos, ocasiona problemas de nevralgias, vertigens, problemas nervosos, irritação da garganta, bronquites e asma, flatulência e gazes, cólicas, irregularidade nas funções menstruais, reumatismo e mesmo cãibras, dependendo do signo aspectado.

CÂNCER: se relaciona com os problemas de ordem digestiva, gastralgia, hidropisia, tosse, câncer, e outras doenças relacionadas com as secreções e os humores corporais. A Lua influencia todas as funções femininas, (já que ela rege o útero e os ovários), e proporciona a fertilidade, ajudando as secreções glandulares, atuando sobre os líquidos e as cavidades, e sobre os fluidos endócrinos, dependendo do aspecto e do signo aspectado.

LEÃO: se relaciona com as doenças cardíacas, palpitações, síncopes, febres, problemas da coluna dorsal, problemas de locomoção, ruptura de aneurismas. O Sol, regente do signo, influencia toda a energia vital, sendo responsável pelas hemorragias, congestões, palpitações, doenças nos olhos (especialmente o olho direito), má circulação e todas as doenças que tiram a energia vital podendo levar à morte. Isto depende do aspecto e do signo em que ele atua.

VIRGEM: se relaciona com as cólicas intestinais, a disenteria, enterite, cólera, peritonite, constipações e outras doenças do intestino. É regido por Mercúrio (do qual já falamos no signo de Gêmeos), que atuará aqui, provocando flatulência, gazes, e outros problemas de origem nervosa relacionados, segundo o signo e o aspecto.

BALANÇA: se relaciona com os problemas renais, infeções, pedras, dores, etc., dependendo do planeta e do aspecto que estará influenciando o signo. Vênus, regente do signo, é um planeta benéfico, mas em matéria de saúde ele também pode influenciar negativamente. As doenças relacionadas podem ser com cólicas (Urano), infecções (Netuno), uremia (Vênus), lumbago (Mercúrio), pedras (Saturno), etc.

ESCORPIÃO: se relaciona com todas as doenças dos órgãos genitais e reprodutivos, da uretra e da vagina e da bexiga. Marte e Plutão regem o signo. Dependendo do planeta e do aspecto, as doenças irão desde hemorroides, hipertrofia da próstata, incontinência urinária (Marte), pedras (Saturno); dilatação da próstata ou tumores e abcessos do útero e próstata (Júpiter), etc.

SAGITÁRIO: se relaciona com doenças que dizem respeito às nádegas e as coxas, dependendo do planeta que está causando o aspecto. Júpiter é um benéfico, mas sua ação no corpo é dilatadora, causando problemas no nervo ciático; as fraturas do fêmur são relacionadas com Marte e Saturno; os problemas do sangue e do fígado ocasionados por excessos alimentares, como a gota, o artritismo também dependem de mau aspecto de Júpiter e Lua; os tumores com o planeta Vênus, etc.

CAPRICÓRNIO: se relaciona com as doenças que dizem respeito aos ossos, dentes, pele e cabelo, o reumatismo das articulações, os problemas nos joelhos e os problemas ocasionados pelo frio. O Planeta regente é Saturno. Dependendo o planeta e do aspecto podemos ter erupções cutâneas e quebra de joelhos (Marte); reumatismo nos joelhos (Mercúrio); vômitos e problemas digestivos (Vênus); varíola, acne e erupções cutâneas (Marte), abcessos (Júpiter), etc.

AQUÁRIO: se relaciona com as doenças que dizem respeito aos tornozelos e a circulação, provocando varizes (Vênus); problemas cardíacos e palpitações (Sol/Urano); hidropisia (Lua); inchaços nas pernas (Júpiter), cãibras e dores nas pernas (Saturno), etc. O planeta regente é Urano, que causa as doenças súbitas, as palpitações, taquicardia, estiramento muscular, torções, etc.

PEIXES: se relaciona com as doenças dos pés, especialmente aqueles provocados pelos calos e unhas encravadas (Marte/Saturno); suores excessivos (Sol e Júpiter); Doenças causadas pelo frio como congelamento (Saturno), fraturas (Marte), etc. O raquitismo está relacionado com mau aspecto de Saturno em Peixes. O regente de Peixe é Netuno que se relaciona com os fluidos.

Como vemos, todos os signos zodiacais possuem pontos de somatização no corpo físico, cuja análise, dependendo do aspecto e do planeta envolvido, poderá levar o astrólogo a fazer um diagnóstico preciso de Astromedicina, que poderá ajudar o cliente a melhor relacionar as doenças que ele apresenta com o seu próprio tipo astrológico.

É claro que, para nos livrarmos das doenças, devemos antes de mais nada, nos conhecermos a fundo, pois somente desta maneira, manteremos nossa mente saudável e, consequentemente nosso corpo também.

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